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sexta-feira, 27 de maio de 2022

O RUMO DA POLÍTICA E DA RELIGIÃO BRASILEIRA

UMA CRÍTICA TEOLÓGICA



Cada um de nós devemos entender que “ideias importam”. Pois a ideologia se torna um programa político. A forma de ver o mundo – cosmovisão – é muito mais do que meras ideias que permanecem no campo teórico. A cosmovisão de alguém determina o que ele é e faz. Quando pessoas e grupos adotam uma cosmovisão antiteísta (uma visão do mundo anti-Deus), seus programas políticos irão esfrangalhar lares, casamentos, crianças e igrejas. A moralidade judaico-cristã é pisoteada. A fidelidade conjugal é caricatura como um monstro da era patriarcal. As feministas ativistas e progressistas (difere do movimento conservador), tanto na política quanto na religião, tripudiam a liderança masculina como se fosse obra do diabo e não um princípio bíblico. Outrossim, no afã de se imporem as feministas progressistas acabam por destruir a feminilidade segundo as Escrituras.


Infelizmente, em muitas igrejas locais “politicamente corretas” de “paz e amor” o relativismo, o compromisso com a tolerância a todo tipo de pecado, o coletivismo socialista, e a civilidade sem princípio têm substituído o pensamento antiético e claro das Escrituras. Líderes evangélicos loucos por poder têm-se mancomunados com as obras infrutuosas das trevas e se aliado a uma agenda política imoral e anti-Deus. E cristãos desavisados têm apoiado partidos e políticos cujo viés ideológico joga lama nos princípios da ética judaico-cristã. E muitos o fazem por um prato de lentilhas!


É lamentável que muitas igrejas, líderes religiosos e políticos, antes defensores dos grandes valores da cultura cristã ocidental (conservadorismo), estão cambaleantes, e perigosamente feridos por uma ideologia radical de “permissividade” da nova esquerda (marxismo cultural), do direito de escolha e da autonomia pessoal. Muitos cederam ao a velho cântico da serpente: “vocês serão deuses”. Em outras palavras, “se vocês rejeitarem a visão de Deus e imporem suas próprias, serão vocês que comandarão, serão vocês que ditarão as ordens e não um livro antigo que possui uma visão antiquada e patriarcal do mundo”. Vocês serão deuses! Essa é a sedutora proposta de Satanás! Tristemente muitos líderes religiosos e políticos têm sucumbido. Tirem Deus e Seu livro do caminho e tudo é permitido! O Estado é laico! A religião não deve estar no campo da política, mas permanecer nas quatro paredes dos templos. A compartimentalização entre o sagrado e o secular tem prejudicado o testemunho da igreja em seu mandato cultura de informar, formar e transformar a cultura. A fé cristã evangélica foi colocada no seu devido lugar e na quietude dos templos. Perdeu-se o “tocar a trombeta em Sião”! Somos orientados pelo politicamente correto a tocar nossa flauta em nossos confortáveis templos. Os cristãos esquerdistas vociferam contra os conservadores que seu lugar não é na política, mas no campo religioso conquanto que a fé religiosa permaneça nos templos aos domingos e não se atreva a sair a partir da segunda-feira e influenciar e, principalmente optar na cultura secular, visto que essa pertence à nossa política.


Há um ensino irracional e pernicioso de que tudo é relativo, tanto na política e como na religião, que flutuam nas brisas agradáveis da unidade política e religiosa.


Minhas perguntam são:

Como um cristão pode tolerar o erro ou a igreja uma ideologia que nega cada elemento da fé cristã evangélica?


Como certos cristãos apoiam políticos e partidos de esquerda – mormente a nova esquerda – que claramente surrupiam e denegrem a sociedade lançando-a num caos moral e religioso?


Como líderes evangélicos podem andar de mãos dadas com líderes políticos que são TOTALMENTE contra os princípios da fé evangélica?


Como uma liderança que deveria instruir a igreja nos retos caminhos do Senhor para a evangelização do mundo e cumprimento do mandato cultural de formar, informa e transformar a cultura, hasteando a bandeira da ética judaico-cristã está brincando na lama relativista e promíscua da nova espiritualidade da Nova Era com líderes políticos e religiosos favoráveis ao aborto, a homossexualidade, a teoria e a teologia queer, o feminismo da segunda e terceira ondas e a desconstrução da família tradicional?

Alguém me explica!?


A “NOVA” Revolução Brasileira


Muitos líderes políticos, infelizmente, aliados com alguns líderes religiosos, estão com as mãos nas alavancas do poder e querem impor um projeto para um experimento social e espiritual, prontos para introduzir uma revolução que desafia a imaginação.


Sabemos que:

A Revolução Americana quis eliminar a imposição de impostos sem representação;


A Revolução Francesa imaginava Paris sem aristocratas;


A Revolução Russa sonhava com o desaparecimento dos empregadores e da propriedade particular;


A Revolução Nazista esperava livrar o mundo das raças inferiores;


A REVOLUÇÃO BRASILIEIRA (propagada e apoiada abertamente pelo PT) promete uma sociedade SEM PATRIARQUIA e SEM MORALIDADE, isto é, sem a tradicional estrutura de família aliada com a imoralidade e a bestialidade, e, no final de tudo, sem Deus Pai (pois querem uma deusa-mãe), Criador dos céus e da terra. Conceitos tradicionais, já experimentados pela História (aviso: a roda já foi inventada!), têm sido rejeitados. Classes de bandidos e sanguessugas dos trabalhadores (MST, CUT e CIA) são aplaudidos como os representantes da nação brasileira. Projetos de doutrinação para deformar nossas crianças são elencados, incentivados, aplaudidos e tagarelado pela turma da esquerda e Cia. A visão destes malignos são a perversidade polimorfa ou para usar as categorias freudiana: sexualidade polimorfa – indução sexual (erotização) das crianças para o sexo oral e anal até que na fase adulta pratiquem o sexo genital. Lembram-se do ator nu no museu em São Paulo sendo tocado por uma criança?


Esta Revolução penetra em cada lar e alma, redefinindo a sexualidade, a moralidade, a espiritualidade, Deus, a religião e a revelação. A nova ordem do mundo põe tudo o que conhecemos de cabeça para baixo – o bem se torna mal, a homossexualidade torna-se a expressão sexual preferida, e a família tradicional uma estrutura minoritária que precisa “a la Marx-Engels” ser destruída para a reconstrução da nova “família” comunista. Uma total aberração do ideal divino!


Como cristãos devemos ser fiéis a Deus e a Sua palavra. Como cidadãos devemos assumir nossas responsabilidades e lutar contra todo sofisma que se levante contra a família e os ideais éticos e morais de uma sociedade sob o bastão da verdade objetiva. Como cristãos e cidadãos que anelam uma sociedade mais justa, um governo mais sensato e uma sociedade mais educativa, segura e etc., nós devemos ativamente influenciar a política e o rumo do Brasil pela nossa vida, pelo voto, pela cidadania, pela honestidade, pelo respeito a cada cidadão (não bandidos e corruptos), pelo trabalho e acima de tudo pela oração e pela pregação da Palavra de Deus!


Em Cristo Jesus,

Pastor Ivan Teixeira


Minha consciência é escrava da Palavra de Deus!

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

THEOLOGY QUEER (TeologiaGAY) INVADE OS ARRAIAS ACADÊMICOS E MINA NOSSAS IGREJAS

"THEOLOGY QUEER"

 

Aquela bendita expressão de Tertuliano: “o que tem Atenas a ver com Jerusalém? Que acordo existe entre hereges e cristãos? [...] Fora com todas as tentativas de produzir um Cristianismo manchado de composições estóicas, platônicas e dialéticas! Nós não queremos curiosas disputas após possuir Jesus Cristo, não queremos investigação depois de usufruir do evangelho! Com nossa fé, nós desejamos nenhuma outra crença. Pois essa é nossa [vitoriosa] fé, que não há nada que devemos crer além disso”, parece nos levar hoje a dizer: “O que tem a Igreja a ver com a Academia?”. À época da frase o grande Tertuliano, defensor da fé bíblica, questionava o namoro promíscuo entre a verdade bíblica e as filosofias humanistas. Tais filosofias foram peremptoriamente rejeitadas pelo apóstolo Paulo que poderia muito bem usá-las em sua chegada à Atenas e Corinto, no entanto, o grande apóstolo decidiu anunciar unicamente a teologia da Cruz no poder do Espírito Santo (1Coríntios 2.1-6). Segundo Paulo, a fé das pessoas deve estar fundamentada no poder do Espírito Santo e na pedra angular do Cristo crucificado. Pode-se dizer que a única defesa real e poderosa do evangelho e pregar o evangelho!

Particularmente eu amo o labor teológico, ler obras de grandes eruditos, estudiosos perspicazes e dos grandes defensores das verdades do santo evangelho. É prazeroso quando você pega um calhamaço como a obra do Dr. Gordon Fee, God’s Empowering Presence: The Holy Spirit in the Letters of Paul (Presença Poderosa de Deus: O Espírito Santo nas Cartas de Paulo), de quase 1000 páginas e você se depara com uma exegese saudável, uma exposição apaixonada de um erudito pentecostal que visa a edificação da igreja e a evangelização do mundo. Nesta obra, vemos o esforço de um grande erudito para compreender o que Deus diz, e não manipular o texto ou a mensagem do evangelho para torna-la mais palatável aos movimentos sociais contemporâneos ou mesmo às exigências do academicismo pueril. Dr. Fee é pentecostal e abraça a inerrância e infalibilidade das Escrituras Sagradas, acredita piedosamente no senhorio de Cristo Jesus e no poder carismático do Espírito Santo.

No entanto, nem sempre é assim na academia. Poderíamos citar muitos exemplos na erudição alemão (e noutros rincões acadêmicos) que configurou o liberalismo teológico trazendo uma enchente perturbadora para as igrejas locais da Europa a tal ponto que devastou várias delas. Hoje, se você visitar a Europa – como tive o prazer e a tristeza (muitas das vezes fiquei em lágrimas) –, presenciará a vacuidade espiritual nas grandes catedrais que foram outrora lugares de poderosos avivamentos por meio da exposição das Sagradas Escrituras. A situação é como já sabemos: Começa nas cátedras, vem para os púlpitos e depois desce para os bancos das igrejas e, consequentemente matar o rebanho. Como o discípulo dos profetas pode-se dizer: “Morte na panela, ó homem de Deus!” (2Reis 4.40). As colocíntidas malditas do liberalismo e doutras teologias distorcidas têm se misturado com o “cozinhado” profético de muitas igrejas atuais e muitos Seminários Teológicos, e muitos discípulos sem discernimento estão a manipulá-las em nossos banquetes teológicos e eclesiásticos.

Alegro-me com o crescimento da erudição pentecostal, mas também me preocupo com o rumo de certas alas da erudição que no afã da singularidade do fazer teológico acabam construindo uma teologia e uma hermenêutica Frankenstein, o Prometeu Moderno. Algo irreconhecível biblicamente! Essas questões de ênfase no leitor, negligência da intenção autoral dos escritores bíblicos acabam produzindo “teologias” de concha de retalhos dos mais variados: teologia negra, teologia feminista, teologia da libertação, teologia da Missão Integral, teologia dos pobres, teologia dos ricos, teologia disso e daquilo outro, e, pode-se dizer, a mais recente a TEOLOGIA QUEER (Theology Queer). É para essa última que faço breves observações. Meu objetivo é apenas alertar e fazer com que os pastores e teólogos acadêmicos atentem e se preparem para essa modalidade teológica dita acadêmica que sorrateiramente invade nossos arraiais apoiando um comportamento que a Bíblia peremptoriamente condena e chama de pecado. Paulo disse claramente que os tais não herdarão o Reino de Deus (1Coríntios 6.9-11). Mas, certos teólogos ou teólogas ou mesmo “teólogays”, em nome do “amor radical” de Deus afirmam que esse amor “[...] é um amor tão extremo que dissolve nossos limites existentes, sejam eles que nos separam de outras pessoas, que nos separam de noções preconcebidas de sexualidade e identidade de gênero”.

A tese do livro do Dr. Patrick S. Cheng, que é sacerdote episcopal e reitor associado da Igreja da Transfiguração, uma paróquia anglo-católica de Manhattan, ele também ensinou Teologia Histórica e Sistemática na Episcopal Divinity School, em Cambridge, é que “as conexões entre a teologia cristã e a Teoria Queer são realmente muito mais próximas do que se poderia pensar”. Ou seja, esse “amor radical” que não faz distinção de sexualidade ou identidade de gênero – aquela construção social em que uma pessoa passa a se identificar como homem ou mulher segundo suas inclinações e não segundo o Criador que os criou – está no coração da Teologia Queer, pois, segundo o Dr. Cheng “acreditamos em um Deus que [...] dissolveu as fronteiras [...] e desafia nossas fronteiras existentes com relação à sexualidade e identidade de gênero [...].

Deve-se notar que essa nova “Teologia Queer” elaborada por esses teólogos ou teólogas ou mesmo teólogays ou teólogoLGBT se baseia na “Teoria Queer”. Logo no primeiro capítulo o Dr. Cheng explica: ““Então, o que exatamente é a Teologia Queer? [...] há pelo menos três definições possíveis [...] Primeiro, a Teologia Queer é que as pessoas LGBT estão 'falando sobre Deus'. Segundo, a Teologia Queer é 'falar de Deus' de uma maneira conscientemente transgressora, especialmente em termos de desafiar as normas sociais sobre sexualidade e gênero. Terceiro, a Teologia Queer é "falar sobre Deus" que desafia e desconstrói as categorias binárias naturais de identidade sexual e de gênero ". (Pág. 9).

Ele também pontua que a doutrina da revelação pode ser entendida em termos de [...] teologia [negativa], na qual nosso conhecimento de Deus – como nosso entendimento da categoria de 'transgêneros' – está sempre em um estado de transformação e desconhecimento (Pág. 48). Ele elabora: “Como tal, Deus funciona da mesma maneira que as pessoas LGBT em relação ao amor radical. Na medida em que as pessoas LGBT quebram os limites da sexualidade e do gênero em nossos relacionamentos, Deus e as pessoas LGBT enviam um amor radical que quebra categorias e limites fixos. Para Deus, essas categorias incluem o divino e humano, e a vida e a morte. Para as pessoas LGBT, esses limites incluem as categorias de mulheres e homens, homossexuais e heterossexuais” (Pg.51).

Essa Queer Theology (Teologia Queer) pode ser entendida como:

(1) Teologia feito por e para LGBTQIA (lésbica, gay, bissexual, transgêneros, travestis, intersexuais, assexuados e CIA) indivíduos com foco em suas necessidades específicas.

(2) Teologia que propositalmente se opõe às normas sociais e culturais sobre gênero e sexualidade. Procura descobrir vozes ocultas ou perspectivas ocultas que permitam que a teologia seja vista sob uma nova luz, ou seja, à luz gay.

(3) Teologia que desafia e desconstrói fronteiras, particularmente no que diz respeito à identidade sexual e de gênero.

A Teologia Queer é inclusiva à identidade sexual e de gênero dos indivíduos e permite que a comunidade LGBTQ+ recupere seu espaço no Cristianismo[1]. Além disso, de acordo com Jennifer Purvis, “queer” significa não apenas uma variedade de gêneros variantes e sexualidades não heterossexuais, mas também uma postura de resistência, atitude questionadora e um conjunto de técnicas e abordagens. Por esse motivo, a teologia queer nos pede que pensemos além do que pode ser conhecido, disciplinado e controlado e nos pede para abraçar novamente nosso conhecimento queer[2].

Hugn William Montefiore chegou a falar na Conferência dos Clérigos Modernos em 1967 que Jesus possuía uma “natureza homossexual”. Ele diz que o não envolvimento de Jesus com mulheres é melhor explicado por ser um “homossexual”. Ele escreveu: “Se Jesus fosse homossexual por natureza (e esta é a verdadeira explicação de seu estado celibatário), isso seria mais uma evidência da auto-identificação de Deus com aqueles que são inaceitáveis ​​para os defensores do ‘Establishment’ [entenda-se como a teologia tradicional que postula o relacionamento heterossexual] e das convenções sociais”[3].

John J. McNeill que era um padre jesuíta abertamente gay e um defensor vocal da Queer Theology escreveu um livro intitulado Church and the Homosexual (Beacon Press, 1976), onde aborda a Teologia Queer em três seções: uma história da relação entre homossexualidade e a tradição católica, descobrindo onde a homossexualidade pertence a uma teologia moral tradicional reestruturada e as mudanças necessárias no mundo moderno. Ministério cristão que permitirá que cristãos gays, lésbicas e bissexuais prosperem em sua fé.

Essa Queer Theology é uma teologia “guarda-chuva” que em nome de um “amor radical” acolhe a galera que não são heterossexuais, mas cujos os desejos ou relacionamentos estão voltados para o mesmo sexo. Claro que esse “guarda-chuva” colorido e o “amor radical” só ama aqueles que pensam como eles e se comportam como eles. Neste ponto deve-se dizer que a tolerância dos ativistas desta “Queer Theology” é intolerante contra aqueles que discordam destes comportamentos.

Pode-se falar muita coisa sobre essa “Queer Thology”, mas creio que o ponto já ficou claro e como tal essa abordagem em nome do “amor radical” é perigosa para os nossos jovens, adolescentes e crianças. Eles pegam pesado na educação, não apenas na secular, mas na cristã também como podemos ver por meio desses teólogos e teólogas “cristãs”. Tais teólogos queers estão desconstruindo e reinterpretando as verdades bíblicas em nome de uma “nova hermenêutica”, que de nova não tem nada, mas é a velha artimanha da Serpente e de sua aliada apocalíptica: “A Mulher Montada numa besta escarlate, tendo na sua mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição. Na sua fronte achava-se escrito um nome, mistério: BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA” (Apocalipse 17.4,5).

Paulo pregou sobre o evangelho da graça de Deus, revelado no amor do Filho no poder do Espírito Santo, foi muito claro sobre essa Queer Theology e seus pressupostos:

1Coríntios 6.9: Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem EFEMINADOS (gr. μαλακοὶ = malakoi = “o de andar delicado”, marcado pela efeminilidade), nem SODOMITAS (gr. ἀρσενοκοῖται = arsenokoitai = homossexuais, o que se envolve com atividades sexuais com o mesmo sexo), v.10: nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores HERDARÃO O REINO DE DEUS. V.11: Tais FOSTES alguns de vós; MAS vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.

 

Note que tanto os “efeminados” quantos os “homossexuais” não herdarão o Reino de Deus. E claramente Paulo sabia que alguns dos coríntios eram (“tais fostes alguns de vós”), NO ENTANTO, a graça amorosa de Deus no poder do Espírito Santo e em nome de Cristo Jesus havia-os libertados, santificados e justificados! Eles se tornaram novas criaturas em Cristo Jesus pelo poder regenerador e renovador do Espírito Santo (cf. 2Coríntios 5.17; Tito 3.5). A novidade de vida deve marcar todos aqueles que nasceram do Espírito Santo em Cristo Jesus para a glória de Deus!

Para mim, a Queer Theology já nasce morta logo em Gênesis. O escritor sagrado afirma claramente que Deus criou MACHO e FÊMEA abençoando seu relacionamento heterossexual. A lógica é bem simples: Se Deus quisesse ou aprovasse tal prática Ele teria criado um casal homossexual e não heterossexual. Querendo você ou não a benção de Deus está na relação sexual entre um homem e uma mulher, a relação aprovada e abençoado pelo Criador amoroso é: Macho com uma Fêmea, homem e mulher. A homossexualidade é um atentado à sabedoria, ao amor e ao plano soberano do Criador para Suas criaturas. É uma teologia elaborada no conselho de Satanás com seus mais inteligentes demônios e espíritos imundos.

 

A Declaração de Fé das Assembleias de Deus se posiciona claramente sobre essa questão:

Deus criou o ser humano à sua imagem e semelhança1 e fê-los macho e fêmea: “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou” (Gênesis 1.27), demonstrando a sua, conformação heterossexual. A diferenciação dos sexos visa à complementaridade mútua na união conjugal: “Todavia, nem o varão é sem a mulher, nem a mulher, sem o varão, no Senhor1” (1Corínios 11.11); essa complementaridade mútua é necessária à formação do casal e à procriação. Reconhecemos preservada a família quando, na ausência do pai e da mãe, os filhos permanecerem sob os cuidados de parentes próximos (Ester 2.7,15; 1Timóteo 5.16). Rejeitamos o comportamento pecaminoso da homossexualidade por ser condenada por Deus nas Escrituras, (Levítico 18.22; Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6.10) bem como qualquer configuração social que se denomina família, cuja existência é fundamentada em prática, união ou qualquer conduta que atenta contra a monogamia e a heterossexualidade, consoante o modelo estabelecido pelo Criador e ensinado por Jesus (Mateus 19.4-6)[4].

 

Soli Deo Gloria!



[1] ORR, Catherine M.; BRAITHWAITE, Ann; LICHTENSTEIN, Diane, eds. (2012). Rethinking Women's and Gender Studies. New York: Routledge. ISBN 9781136482564.

[2]  PURVIS, Jennifer (2012). "Queer". In ORR, Catherine M.; BRAITHWAITE, Ann; LICHTENSTEIN, Diane (eds.). Rethinking Women's and Gender Studies. New York: Routledge. pp. 189–206. ISBN 9781136482564.

[3] MONTEFIORE, H. W. “Jesus, the Revelation of God,” in Christ for Us Today: Papers read at the Conference of Modern Churchmen, Somerville College, Oxford, July 1967, edited by Norman Pittenger (SCM Press, London: 1968), p. 110.

[4] Declaração de Fé, p.203,204. Rio de Janeiro, RJ, Brasil: CPAD, 5ª impressão, 2018.


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

MARXISMO CULTURAL, SIMPLESMENTE EXPLICADO


By P. ANDREW SANDLIN
Christian Culture


Eu estou usando cada vez mais a expressão “marxismo cultural”, e ocorreu-me que eu não deveria simplesmente assumir que os leitores e ouvintes sabem o que isso significa. Vou tentar aqui de forma tão simples e breve quanto possível para explicar o básico.

Karl Marx, Leon Trotsky e V. I. Lenin viram a base de toda a existência humana como econômica. Essa era a filosofia social e política da antiga União Soviética. É chamado marxismo clássico ou econômico. Esta forma de marxismo não é tão popular hoje em dia (exceto na Coreia do Norte). Em contraste, você pode ter ouvido falar de marxistas como Gramsci, Lukács, Sartre e Marcuse. Eles estão entre os primeiros Marxistas culturais. Sua visão do marxismo foi projetada para apelar e ter sucesso nas sociedades ocidentais. Eles sabiam que o marxismo econômico provavelmente não venceria no Ocidente. (É por isso que às vezes é chamado de marxismo ocidental.) Por um lado, duvidavam que a classe trabalhadora se levantasse em revolução violenta como na Rússia em 1917; os trabalhadores no Ocidente estavam mais satisfeitos com a vida na maior parte do tempo. Para vencer no Ocidente, você precisava de um marxismo adequado ao Ocidente, que levasse em conta os modos ocidentais de pensar. Liberdade, liberdade e igualdade, palavras de ordem do Ocidente, eram ideias que eles poderiam exigir para ganhar o dia. Eles se engajariam na "longa marcha através das instituições", palavras erroneamente atribuídas a Gramsci, mas descrevendo corretamente a estratégia do marxismo cultural. Eles iriam reinventar o significado de liberdade, independência e igualdade para seduzir os ocidentais e gradualmente capturar sua cultura.

Libertação Humana
Ao contrário dos marxistas originais, eles afirmavam que o principal problema da humanidade não é econômico. É que as ideias e instituições da sociedade nos impedem de cumprir a Boa Vida. Qual é a vida boa? É ser capaz de ser exatamente o que queremos ser, viver exatamente como queremos viver - máxima autonomia. Todo indivíduo deve ser um artista, mas de um modo muito básico e profundo. Cada pessoa deve ser capaz de pintar sua própria vida, seu próprio significado, sua própria realidade. O mundo deveria ser a tela em que a pessoa se pinta.

Infelizmente, nossa sociedade conspira para restringir nossa autonomia. Instituições tradicionais como a família, a igreja e os negócios comandam nossa lealdade. Os maridos levam as famílias, os pais, os filhos diretos, os leigos do clero, os empregadores exigem os empregados. Isso significa que eles reduzem nossa autonomia. Isso realmente significa que essas instituições reduzir nossa autonomia. Portanto, vivemos vidas artificiais, irreais e infelizes para nos adequarmos a essas instituições e expectativas culturais. Somos alienados de nossos "eus verdadeiros". Os marxistas sempre se preocuparam muito em libertar o eu verdadeiro e real do ambiente cultural que o reprime. Esse eu poderia ser ateu, exibicionista, homossexual, transgênero, bestial ou solitário; mas de qualquer forma, esse eu encontra resistência na cultura tradicional. Para ser verdadeiramente livre, a cultura tradicional deve ser marginalizada ou esmagada.

Uma metáfora estendida pode ajudar. Imagine milhares de minúsculas sementes, cheias de potencial florescente e frutífero, mas elas nunca podem preencher esse potencial porque estão submersas sob solo duro, congelado e quase impenetrável. Imagine ainda um fazendeiro simpático que vem com um arado maciço e racha o solo e as águas e fertiliza-o para que as sementes possam finalmente brotar para cima.

As sementes nesta metáfora são humanos quando entramos no mundo. Mas estamos sufocados pelo solo duro e congelado, que não nos permitirá liberar o potencial de nosso verdadeiro eu. Esse solo é a nossa sociedade, especialmente as principais instituições culturais, como a família, a igreja e os negócios. Devemos ser livres para brotar e crescer para cima e exibir ao mundo toda a nossa beleza autônoma. O que precisamos é de um arado para quebrar esse solo duro e tirá-lo do caminho.

Em nossa metáfora, esse arado é o estado. É por isso que os marxistas culturais são estatistas. Não é porque eles simplesmente amam o poder. Eles querem o poder do Estado para que possam destruir a autoridade tradicional e, especialmente, o Cristianismo, o que justifica e produz essa autoridade. Para os marxistas culturais, o que tem sido chamado de liberdade no Ocidente, definido como ausência de coerção política, torna-se a verdadeira libertação, a imposição da coerção política para garantir a autonomia humana. Libertação se torna liberdade das instituições que nossa sociedade concede a liberdade de nos escravizar. O estado deve pulverizar todas as barreiras ao nosso verdadeiro eu.

Consciência De Classe
Como os marxistas culturais instigam essa liberação? Como eles envolvem o Estado em sua cruzada de libertação? Principalmente dividindo pessoas em diferentes classes e fomentando conflitos, afirmando que todas as classes devem lutar pela igualdade. Isso é chamado consciência de classe. Nos dias de Marx, os opressores eram a burguesia (elites, donos de empresas), e os oprimidos eram o proletariado (empregados, “escravos assalariados”), que exigiam igualdade. Por igualdade, os marxistas culturais não significam igualdade de condição – isto é, eles não querem dizer que todos devem seguir as mesmas regras. Em vez disso, eles acreditam na igualdade de resultados – as regras devem ser dobradas para que todos façam as mesmas coisas. Hoje, a consciência de classe é conhecida como “política de identidade” e as classes que lutam são expandidas – homens versus mulheres, brancos e asiáticos versus negros e/ou hispânicos, crianças versus pais, geração do milênio versus meia idade, ricos versus pobres e “classe média, Cosmopolitas versus nacionalistas e outras categorias binárias. Os marxistas culturais retratam um polo do binário (mulheres, homossexuais, os milênios, negros) como oprimidos e exigem que o Estado os liberte de seus opressores. A opressão aqui quase nunca significa escravidão, abuso ou agressão. Pelo contrário, significa desrespeito, desaprovação ou desigualdade social. Se, por exemplo, os homossexuais não são tão respeitados quanto os heterossexuais, eles são oprimidos e merecem a liberação coagida pelo Estado. É também de onde vêm os novos códigos de fala do campus. Os recém-definidos oprimidos (geração milênio) têm o direito de não se ofender com palavras da classe opressora (brancos mais velhos, professores, homens).
  
Libertação se torna liberdade das instituições que nossa sociedade concede a liberdade de nos escravizar.
Com o tempo, essa liberação humana vê a própria natureza como um opressor. Como os gnósticos de antigamente, a criação é má e uma barreira para a boa vida. Partes do corpo masculino ou feminino são opressivas. "A cirurgia de redesignação sexual" deve se tornar "cirurgia de afirmação de gênero". Um homem se torna uma mulher que se torna um dragão. Este é um caso extremo, mas não inconsistente. É simplesmente o mais recente exemplo de libertação e, a menos que esta grande marcha social seja detida, não devemos esperar que a dragonização do homem seja o exemplo mais extremo de libertação no futuro.

Progresso por Conflito
É esse conflito de classes que produz progresso cultural. Os marxistas sempre acreditaram que a vida está em toda parte repleta de forças opostas, e a colisão dessas forças traz uma realidade maior e melhor. Os liberais de hoje gostam de ser conhecidos como “progressistas” e o progresso que eles querem é a libertação humana (= autonomia). Esse progresso só acontece por conflito. Portanto, o conflito é uma coisa boa, e as elites deveriam estar promovendo conflitos em todos os lugares. Se você quer uma sociedade melhor, você precisa espalhar o conflito para chegar lá – conflito incessante, violento se necessário. O objetivo de lançar comícios e campanhas no Twitter para desafiar a “hegemonia” (palavra favorita de Gramsci) de homens, pais, brancos, heterossexuais, asiáticos e Wall Street é criar um conflito que termine na liberação das classes oprimidas e um mundo melhor, todos (exceto os opressores anteriores, que serão despojados e desprivilegiados) desfrutando da Boa Vida.

E tudo levado, é claro, pelos marxistas culturais, magicamente no topo da pilha igualitária.

https://docsandlin.com/2018/04/23/cultural-marxism-simply-explained/

CULTURA CRISTÃ
CENTRO DE LIDERANÇA CULTURAL